Terapia personalizada de
Reposição Hormonal
A terapia de reposição hormonal com hormônios bioidênticos tem mostrado ser benéfica para o coração e ossos, além de reduzir a menopausa e os sintomas pós-menopausa, como calores frequentes, decadência da libido, ressecamento da pele e da membrana mucosa, sintomas urinários, estabilidade da região pélvica, performance da pele, problemas das juntas, entre outros. Estrógeno e progesterona são os hormônios que as mulheres produzem durante toda a vida reprodutiva, desde crianças até a menopausa. Mas, as mulheres produzem mais do que esses dois grupos. Andrógeno é um componente hormonal feminino muito importante, no qual a desidroepiandrosterona (DHEA) é a mais abundante. É importante lembrar que no grupo entre 50 e 60 anos, o nível de DHEA já abaixou aproximadamente 70% comparado com o grupo entre 20 e 30 anos, em valores de pico.
   

Andrógeno e DHEA foram apontados como inibidores de câncer de mama e impulsores da formação de ossos. Em estudos médicos, DHEA mostrou aumentar a densidade de minerais nos ossos e estimular a maturação vaginal sem afetar o endométrio, e ao mesmo tempo melhora o bem-estar e a libido sem afetar outros pontos. Existe também a evidência de que os andrógenos melhoram a extensão do diâmetro das artérias do endotélio em mulheres pós-menopausa. Ainda ajuda na reposição dos hormônios em mulheres que tem deficiências na produção.

Chocantes resultados do WHI (Woman's Health Initiative)
Em 2004 foi publicado o estudo WHI (Woman's Health Initiative - Iniciativa da saúde da mulher) nos EUA, que foi interrompido devido aos números de efeitos perigosos causados pelo estrógeno nas mulheres do estudo, demonstrado em praticamente todos os parâmetros que deviam ser protegidos pelo estrógeno, um resultado negativo e contrário. A cobertura massiva da mídia sobre a bruta interrupção do estudo criou uma confusão geral nas milhões de mulheres que estavam tomando remédios e nos médicos que estavam os prescrevendo. Mulheres interrompe-ram a terapia hormonal, médicos estavam perplexos. O jornal oficial da Associação Americana de Ciência Avançada mostrou muitas críticas em relação esse estudo. Os editores levantaram a questão de como a simples publicação dos estudos HRT foi capaz de abalar a confiança de tantos pacientes e doutores. "O dilema da terapia de reposição hormonal não é sobre os hormônios, nem sobre o estrógeno; é um dilema sobre a má prática médica e a prescrição errada da taxa hormonal, e isso deve mudar no futuro".

Introdução à Terapia de Hormônios Bioidênticos BHRT
Uma importante mudança começou em 2004, com a introdução dos hormônios bioidênticos. Na França, um estudo associado a aproximadamente 3000 mulheres, mostrou que a administração de estrógeno pela pele, combinada com progesterona natural oral (as mesmas moléculas que o ovário produz durante a fase reprodutiva) não dava resultado. Por outro lado, esse tipo de tratamento hormonal apoia bons resultados para a terapia de reposição hormonal para a prevenção de problemas cardíacos e osteoporose. A razão para essa diferença é baseada na introdução não oral e na introdução dos hormônios bioidênticos. Em 2006, um livro de Suzanne Somers chamado "The Sexy Years" trouxe a opção de terapia de hormônios bioidênticos para o público em geral. O que era desacreditado, ganhou mais vapor.

Milhões de mulheres americanas mostraram interesse nesse tipo de terapia hormonal em programas de TV (Oprah Winfrey) e em protestos contra a conexão do governo norte americano com a grande indústria farmacêutica, que produzia a combinação de estrógeno de urina animal com MPA. Os protestos não tiraram os produtos do mercado, mas desde então, a prescrição de hormônios bioidênticos aumentou. Cópias moleculares exatas do hormônio esteróide humano são frequentemente relacionadas ao hormônio bioidêntico, para distingui-los de uma cópia molecular não exata (hormônios animais e substâncias artificiais).

Se os hormônios humanos devem ser substituídos durante a menopausa e na pós-menopausa, nada mais lógico do que copiar a natureza nos outros parâmetros possíveis, inclusive na quantidade de hormônios bioidênticos dados, maneiras de administração, e tempo de administração dos hormônios bioidênticos. Existem muitas boas evidências de que o HRT convencional, que usa hormônios artificiais de animais na gestação e MPA, aumenta a chance de câncer de mama e problemas cardíacos, e isso já foi mostrado no estudo WHI.

A reposição de hormônios bioidênticos (BHRT) não precisa ser feita, necessaria-mente, por um farmacêutico de manipulação. Existem vários cremes, gels e outras formas de progesterona disponíveis. A manipulação de hormônios bioidênticos não é regularizada pela FDA (Food and Drug Administration). Isso é verdade. A manipulação da terapia hormonal é baseada em prescrição médica e bem focada nos problemas de cada mulher. As farmácias de manipulação são reguladas pelas agências individuais que cuidam de cada farmácia em particular, por isso a potência e qualidade de cada produto pode variar bastante. Sabendo disso, a farmácia que usar equipam8entos com tecnologia de ponta e estiver dentro da regularização de qualidade, com certeza estará dentro dos parâmetros necessários. Terapia hormonal com segurança deve ser baseada nas necessidades individuais de cada mulher.

Uma extensão mais segura do uso personalizado do BHRT é usar os genes para testar o risco de câncer de mamas, coágulos, hipertensão e derrame. O diagnóstico chamado de polimorfismo é capaz de detectar a necessidade de tratamento BIH para prevenir osteoporose, diabetes, doenças cardíacas, Alzheimer, entre outras. O resultado dos testes propõe soluções de como evitar e brecar os riscos, mudar o estilo de vida, melhorar a dieta e fazer exercícios, ou ingerindo suplementos naturais ou vitaminas.

Esse procedimento é simples e não cria problemas desconfortáveis ou dor. Esse método é usado em diversos estudos, especialmente no ramo de farmacogenética. Ele previne de terapias hormonais às cegas, que não atendem às necessidades da mulher.


 








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